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Grupo potiguar abre centro logístico e projeta 300 vagas na Grande Natal

Estrutura de 11 mil m² em São Gonçalo do Amarante deve iniciar operação em novembro e concentrar armazenagem e distribuição de marcas incorporadas pelo grupo.

Redação Tribuna RN

Por Tribuna RN

Publicado em 17 de outubro de 2026 às 16:15 • 3 min de leitura • Cobertura Regional • Fonte: RSS (Agora RN)

Galpão logístico com empilhadeiras e caixas organizadas para distribuição de alimentos
Registro fotográfico da matéria • Fonte: RSS / Agora RN

SÃO GONÇALO DO AMARANTE/RN — Um grupo empresarial de origem potiguar vai colocar em funcionamento uma nova base logística na Grande Natal. A previsão, segundo o Executivo municipal, aponta o mês de novembro de 2026 para o começo das atividades do espaço instalado no complexo onde funcionou a antiga Coteminas, em São Gonçalo do Amarante, com área aproximada de 11 mil metros quadrados destinada a guarda e movimentação de mercadorias.

De acordo com as informações divulgadas, a estrutura dará apoio à estocagem e ao escoamento de produtos de duas marcas populares do segmento alimentício, incorporadas recentemente ao portfólio da companhia após uma aquisição de alcance nacional. A expectativa anunciada pela Prefeitura é de cerca de 300 postos de ocupação quando o funcionamento estiver pleno. Até esta etapa de preparação, 22 colocações foram criadas no local.

O que vai funcionar no novo espaço

O empreendimento terá perfil estritamente logístico, sem previsão anunciada de linha fabril no endereço. A proposta é centralizar recebimento, conferência, armazenagem e expedição de itens voltados ao abastecimento do varejo, conforme o modelo descrito pelo município.

  • Local da operação: complexo da antiga unidade fabril da Coteminas, em São Gonçalo do Amarante, na região metropolitana da capital;
  • Dimensão informada: aproximadamente 11 mil metros quadrados de área operacional;
  • Atividade prevista: guarda de produtos, separação de pedidos e distribuição para mercados atendidos pela companhia;
  • Marcas envolvidas: linhas conhecidas de farofas, pipocas, salgadinhos, temperos e condimentos, agregadas após a compra das atividades brasileiras de uma multinacional do setor;
  • Início estimado: novembro de 2026, sem dia exato confirmado até a publicação desta matéria.

Segundo os dados apresentados pela empresa e repercutidos pelo município, a negociação concluída em setembro, avaliada em R$ 800 milhões, ampliou o conglomerado para cerca de 12,7 mil colaboradores, 15 unidades fabris e presença em aproximadamente 600 mil pontos comerciais em todo o país. Nesse cenário, o ponto potiguar surge como reforço da malha de armazenagem e transporte no Nordeste.

Empregos e cadeia de serviços na Grande Natal

A projeção de 300 ocupações refere-se à operação em regime completo. Não se trata, neste momento, de um edital com centenas de vagas abertas, nem de um calendário público de contratação com cargos, salários e etapas detalhados. O recrutamento, de acordo com o informe municipal, segue conduzido pelos canais internos da própria companhia.

Para a economia da Grande Natal, o efeito mais imediato costuma aparecer no entorno de grandes galpões: demanda por frete, manutenção predial e de empilhadeiras, segurança patrimonial, limpeza, alimentação, tecnologia e fornecimento de embalagens e materiais. Esse transbordamento, porém, depende do desenho operacional que será adotado e do grau de envolvimento de prestadores locais.

  • Postos já criados: 22 oportunidades geradas na fase de adequação do imóvel;
  • Projeção total: em torno de 300 colocações com a unidade em plena atividade;
  • Seleção: sem lista pública de funções, requisitos ou prazos divulgada até agora;
  • Fornecedores: nenhum credenciamento geral ou chamada para transportadoras foi anunciado oficialmente;
  • Rotas e volume: capacidade mensal de movimentação e municípios atendidos ainda não foram detalhados.

A localização próxima à BR-101, ao Aeroporto de São Gonçalo do Amarante e ao eixo Natal–Mossoró costuma favorecer operações desse tipo, mas a empresa não informou quais corredores serão utilizados nem a abrangência geográfica abastecida a partir do Rio Grande do Norte.

O que acontece agora

A entrada efetiva em atividade, prevista para novembro, será o marco para medir o alcance do investimento. Faltam informações públicas sobre o montante aplicado na adaptação do galpão, o endereço completo da unidade, eventuais incentivos concedidos e o quadro inicial de trabalhadores na abertura.

A orientação para quem busca uma colocação ou pretende prestar serviços é acompanhar exclusivamente os canais institucionais da companhia e os comunicados da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. Ofertas que peçam pagamento, dados bancários ou compra de cursos como condição para concorrer devem ser tratadas com desconfiança. Novos detalhes sobre cronograma, contratações e operação logística devem ser divulgados pelos responsáveis à medida que a implantação avance.

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