Capim Macio recebe fim de semana com feira, música e ação solidária
ECCO Feira Cultural ocupa a Ferreira Costa com artesanato, moda, gastronomia e atrações para toda a família, unindo economia criativa, lazer e solidariedade em Natal.
Por Tribuna RN
Publicado em 25 de setembro de 2026 às 23:35 • 3 min de leitura • Cobertura Regional • Fonte: RSS (Novo Notícias)

NATAL/RN — O bairro de Capim Macio, na Zona Sul de Natal, recebe neste fim de semana a ECCO Feira Cultural, iniciativa que mistura empreendedorismo, cultura e solidariedade em um só passeio. A programação ocupa as dependências da loja Ferreira Costa e reúne expositores de artesanato, moda, gastronomia e produtos autorais, além de música ao vivo e atividades de lazer para toda a família, segundo a divulgação do evento.
A proposta vai além das compras: transformar a ida à loja em encontro comunitário, com valorização de quem produz no Rio Grande do Norte e arrecadação de apoio para causas sociais. Em um período em que pequenos negócios buscam vitrine e giro de caixa, feiras desse perfil funcionam como porta de entrada para novos clientes sem o custo fixo de um ponto comercial.
O que o público encontra na ECCO Feira Cultural
De acordo com o material de divulgação repercutido pela imprensa local, a feira foi desenhada para agradar diferentes perfis de visitante, do morador do entorno ao turista que circula pela Zona Sul. A curadoria prioriza produção manual e identidade potiguar, com barracas e estandes organizados para circulação confortável dentro do espaço da Ferreira Costa.
- Artesanato potiguar: peças manuais, decoração e presentes com identidade local.
- Moda e acessórios: marcas independentes, roupas, bijuterias e produtos autorais.
- Gastronomia regional: comidas, doces e bebidas para consumo na hora ou para levar.
- Música ao vivo: apresentações que embalam o passeio e criam clima de confraternização.
- Lazer em família: ambiente pensado para crianças, idosos e grupos de amigos.
- Viés solidário: parte da mobilização converte o passeio em apoio a ações sociais.
Para o expositor, o ganho aparece na experimentação: testar preço, embalagem, abordagem e novidades diretamente com o público, além de fechar parcerias com outros empreendedores. Para o visitante, a vantagem está na variedade concentrada, na possibilidade de conversar com quem fabrica e na descoberta de marcas natalenses que nem sempre estão nos shoppings.
Por que feiras criativas pesam na economia de Natal
A economia criativa tem papel crescente na Grande Natal, do Alecrim ao Centro, de Ponta Negra a Capim Macio. Quando uma grande loja de bairro abre espaço para pequenos produtores, cria-se um circuito virtuoso: o fluxo já existente de clientes encontra novidades, o expositor vende sem intermediários e o entorno ganha movimento, com reflexos em estacionamento, lanchonetes e serviços vizinhos.
Esse modelo também dialoga com o turismo da capital. Visitantes hospedados na Via Costeira e em Ponta Negra costumam buscar lembranças com autenticidade, e feiras culturais oferecem exatamente isso: produto com história, preço acessível e contato direto com o artesão. Em datas de maior movimento, o artesanato potiguar — da renda de bilro à cerâmica do interior — costuma figurar entre os itens mais procurados.
- Vitória para o pequeno: visibilidade e vendas sem aluguel de ponto fixo.
- Giro no bairro: Capim Macio concentra público de alto fluxo nos fins de semana.
- Rede de contatos: expositores trocam fornecedores, dicas e canais de venda.
- Cultura acessível: música e lazer gratuitos aproximam novos públicos.
- Selo local: produto feito no RN carrega valor afetivo e diferencial competitivo.
Até a publicação desta matéria, a organização não havia divulgado balanço de expositores nem programação hora a hora. A dica para quem pretende ir é chegar com antecedência, levar sacola reutilizável, conferir as redes oficiais do evento e separar um valor para prestigiar mais de um estande — gesto simples que multiplica o impacto na renda de quem empreende.
Conclusão
A ECCO Feira Cultural mostra como uma boa ideia cabe no fim de semana do natalense: passeio leve na Ferreira Costa, em Capim Macio, com compras criativas, música, gastronomia e solidariedade no mesmo roteiro. Para a economia da cidade, cada barraca ocupada significa renda circulando no bairro e autoestima para quem produz com as próprias mãos.
A expectativa é de casa cheia e de novas edições caso o público corresponda. Quem for, aproveite para conhecer pelo nome cada expositor, indicar nas redes sociais e voltar com uma peça potiguar na sacola — o lazer de hoje vira o emprego de amanhã no Rio Grande do Norte.
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