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TRT-RN abre canais neste fim de semana para ouvir denúncias de assédio eleitoral

O Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região escala juízas de plantão e libera canais de WhatsApp para receber, neste domingo, denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho do RN.

Redação Tribuna RN

Por Tribuna RN

Publicado em 24 de outubro de 2026 às 19:17 • 2 min de leitura • Cobertura Regional • Fonte: RSS (Tribuna do Norte)

Sede do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, em Natal
Registro fotográfico da matéria • Fonte: RSS / Tribuna do Norte

NATAL/RN — Quem sofrer pressão de patrão ou chefe por causa do voto neste segundo turno tem para onde recorrer ainda neste fim de semana. O Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (TRT-RN) escalou juízas de plantão e liberou canais diretos de WhatsApp para receber denúncias de assédio eleitoral nas relações de trabalho, período que cobre a véspera e o dia da votação, marcada para este domingo (25). A ação decorre do Ato Conjunto TRT21-GP/CR nº 018/2026, norma interna que organiza o atendimento do tribunal durante o segundo turno das Eleições Gerais de 2026.

Como funciona o plantão eleitoral

Segundo o tribunal, o atendimento fica dividido entre os dois graus da Justiça do Trabalho potiguar. No segundo grau, a responsável é a desembargadora Maria Auxiliadora Rodrigues, acionável pelo WhatsApp (84) 4006-3108. Já o primeiro grau fica sob a coordenação da juíza Simone de Medeiros Jalil, que atua pelo WhatsApp (84) 4006-3008.

  • Segundo grau: desembargadora Maria Auxiliadora Rodrigues — WhatsApp (84) 4006-3108;
  • Primeiro grau: juíza Simone de Medeiros Jalil — WhatsApp (84) 4006-3008;
  • Ouvidoria do TRT-RN: WhatsApp (84) 4006-3100, exclusivo para denúncias de assédio eleitoral;
  • Plantão judicial regular: (84) 99405-3700 (primeiro grau) e (84) 99415-8803 (segundo grau), no sábado (24) e no domingo (25).

A Ouvidoria do tribunal também funciona em regime de plantão no domingo (25), mas com foco restrito: o canal só recebe denúncias de assédio eleitoral no ambiente de trabalho.

O que caracteriza assédio eleitoral

Na prática, a conduta aparece quando empregador ou superior hierárquico usa o cargo para pressionar subordinados sobre o voto, promete benefício em troca de apoio a candidato, ameaça demissão ou dificulta o trabalho de quem declara preferência política. O TRT ainda mantém o plantão judicial comum ao longo do fim de semana, para os demais casos que exigem decisão emergencial, com os contatos divulgados na página de plantões do tribunal.

O que acontece agora

O eleitor que se sentir pressionado pode registrar a denúncia pelos canais do plantão neste fim de semana ou procurar o Ministério Público do Trabalho depois da eleição. O tribunal deve consolidar os recebimentos após o pleito e encaminhar o que couber às instâncias competentes. A orientação oficial é guardar prints, mensagens e qualquer registro que comprove a pressão sofrida.

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