Luto duplo comove interior paulista com mortes de mãe e filha no mesmo dia
Maria Elisabete, de 56 anos, e a filha Cibele, de 28, enfrentavam o câncer e morreram com cerca de 10 horas de diferença em Mogi Guaçu; velório conjunto reuniu familiares.
Por Tribuna RN
Publicado em 27 de setembro de 2026 às 20:17 • 3 min de leitura • Cobertura Regional • Fonte: RSS (Tribuna do Norte)

MOGI GUAÇU/SP — Uma história de amor e despedida comoveu o interior paulista neste fim de semana. Mãe e filha, que enfrentavam o câncer, morreram com cerca de 10 horas de diferença no município de Mogi Guaçu, no interior de São Paulo. Maria Elisabete, de 56 anos, faleceu na madrugada desta sexta-feira (25), poucas horas depois da filha, Cibele Marchis, de 28 anos, que morreu por volta das 16h do dia anterior. As duas foram veladas lado a lado e sepultadas no mesmo dia, em cerimônia que reuniu familiares e amigos, segundo as informações divulgadas sobre o caso.
O que se sabe até agora
De acordo com os relatos publicados sobre o ocorrido, o quadro era o seguinte:
- Vítimas: Maria Elisabete, de 56 anos, e a filha dela, Cibele Marchis, de 28 anos.
- Causa: as duas enfrentavam o câncer e faleceram em decorrência da doença.
- Intervalo: cerca de 10 horas separaram as duas mortes, entre a tarde de quinta-feira e a madrugada de sexta-feira (25).
- Local: o caso aconteceu em Mogi Guaçu, cidade do interior paulista.
- Despedida: mãe e filha foram veladas juntas e sepultadas no mesmo dia.
Até a publicação desta matéria, não haviam sido divulgados detalhes sobre os tipos da doença nem sobre o tratamento realizado por cada uma delas, e o caso segue repercutindo nas redes e na comunidade local.
Comoção e despedida conjunta
A despedida lado a lado das duas — mãe e filha partindo quase ao mesmo tempo — tocou fundo quem acompanhou a história. Velórios conjuntos como esse costumam reunir gerações inteiras de uma família e transformam a cerimônia em um momento de união diante da dor, com parentes se revezando no apoio mútuo. Em Mogi Guaçu, a história ganhou as conversas da cidade e despertou manifestações de carinho e solidariedade.
Histórias assim também lembram o quanto o câncer atravessa a vida de famílias inteiras, exigindo não apenas tratamento médico, mas rede de apoio emocional, acompanhamento psicológico e presença constante de quem se ama. Para quem fica, o luto duplo pede paciência, escuta e cuidado redobrado com a saúde mental dos enlutados.
Prevenção e acolhimento no RN
Aqui no Rio Grande do Norte, quem enfrenta o câncer conta com referências importantes de atendimento, como a Liga Norte-Riograndense Contra o Câncer, além da rede pública de saúde. A orientação das autoridades sanitárias é clara: diante de sintomas persistentes, o caminho é procurar logo uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação e, quando necessário, encaminhamento aos serviços especializados.
Manter exames de rotina em dia, seguir o calendário de rastreamento indicado para cada idade e buscar informação em fontes oficiais são atitudes que fazem diferença. E tão importante quanto o cuidado médico é o acolhimento: grupos de apoio, acompanhamento psicológico e a presença da família ajudam pacientes e cuidadores a atravessar o tratamento com mais força.
Conclusão
A partida de Maria Elisabete e Cibele, com poucas horas de diferença, deixa uma lição de afeto que ultrapassa as fronteiras de Mogi Guaçu e chega até o leitor potiguar: valorizar o tempo ao lado de quem se ama e cuidar da saúde sem adiar consultas e exames. À família enlutada, ficam os sentimentos de pesar e a solidariedade. No RN, quem precisar de orientação sobre prevenção e tratamento pode procurar a UBS mais próxima ou os canais oficiais da Secretaria de Saúde.
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