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Quaest no RN: Allyson dispara a 39% e abre 18 pontos na reta final

Pesquisa divulgada nesta sexta (25) mostra Allyson com 39%, Cadu com 21% e Álvaro com 18% a nove dias do 1º turno; veja cenários de 2º turno, rejeição e o que pesa no voto.

Redação Tribuna RN

Por Tribuna RN

Publicado em 25 de setembro de 2026 às 23:15 • 3 min de leitura • Cobertura Regional • Fonte: RSS (G1 RN)

Quaest no RN: Allyson dispara a 39% e abre 18 pontos na reta final
Registro fotográfico da matéria • Fonte: RSS / G1 RN

NATAL/RN — A nove dias do primeiro turno, a disputa pelo Governo do Estado ganhou um novo desenho. Pesquisa Quaest encomendada pela Inter TV e divulgada nesta sexta-feira (25) coloca o candidato Allyson, do União Brasil, com 39% das intenções de voto no cenário estimulado, contra 21% de Cadu de Lula, do PT, e 18% de Álvaro Dias, do PL. O levantamento, publicado pelo G1 RN, mostra o ex-prefeito de Mossoró abrindo 18 pontos sobre o segundo colocado após saltar de 25% em agosto para 39% agora.

A sondagem ouviu 804 eleitores de 16 anos ou mais em todas as regiões potiguares entre os dias 21 e 24 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%, e o registro no Tribunal Superior Eleitoral é o RN-01492/2026.

Os números do primeiro turno

No cenário em que os nomes dos candidatos são apresentados ao eleitor, a configuração ficou assim, segundo a Quaest:

  • Allyson (União Brasil): 39% — cresceu 14 pontos desde 24 de agosto, quando tinha 25%;
  • Cadu de Lula (PT): 21% — manteve o mesmo patamar da rodada anterior;
  • Álvaro Dias (PL): 18% — oscilou um ponto para baixo dentro da margem de erro;
  • Rodrigo Bolsonaro (Agir): 1%, com os demais candidatos zerados;
  • Indecisos: 10% (eram 16%) — o eleitorado indeciso encolheu à medida que a campanha avançou;
  • Brancos e nulos: 11% (eram 14%).

Na sondagem espontânea, quando nenhum nome é sugerido, Allyson também lidera com 29%, seguido por Álvaro Dias e Cadu de Lula, empatados com 11% cada. Para 77% dos entrevistados, a escolha do candidato já é definitiva, enquanto 23% admitem que ainda podem trocar o voto até 4 de outubro, data do primeiro turno.

Segundo turno, rejeição e aprovação do governo

A pesquisa testou três simulações de segundo turno, e Allyson venceria em dois deles com folga, de acordo com os dados divulgados. Contra Cadu de Lula, o placar seria de 50% a 30%; diante de Álvaro Dias, de 49% a 27%. Já o confronto entre Cadu e Álvaro aparece embolado: 39% a 37%, empate técnico dentro da margem de erro.

Outro dado relevante é o mapa da rejeição. Os índices de eleitores que conhecem o candidato e declaram que não votariam nele de jeito nenhum são mais altos para Álvaro Dias, com 39%, e para Cadu de Lula, com 33%. Allyson registra 20% de rejeição e concentra o maior potencial de voto, com metade do eleitorado afirmando que o conhece e poderia votar nele.

O levantamento também mediu o humor do potiguar com a atual gestão estadual: 61% desaprovam o governo, 30% aprovam, e 62% avaliam que a atual governadora não merece eleger um sucessor. Na avaliação geral, 47% classificam a administração como negativa.

Saúde e violência lideram as preocupações

Quando perguntados sobre o principal problema do estado, os eleitores apontaram a saúde em primeiro lugar, com 29% das menções, seguida pela violência, com 21%. Infraestrutura aparece com 12% e educação, com 7%. O ranking ajuda a explicar por que propostas para hospitais, UPAs, policiamento e estradas dominam os programas eleitorais no rádio e na televisão nesta reta final.

Do Alto Oeste ao Seridó, do Vale do Açu ao Litoral Sul, o recado das urnas em formação é parecido: o potiguar quer respostas concretas para o atendimento médico e para a segurança nas cidades. Candidatos que traduzirem esses anseios em compromissos verificáveis tendem a disputar com vantagem os votos ainda indecisos.

Conclusão

O retrato da Quaest a nove dias da eleição mostra Allyson em forte ascensão, Cadu e Álvaro travando uma batalha particular pela segunda vaga e um eleitorado que começa a cristalizar suas escolhas. Com a margem de erro de 3 pontos e quase um quarto dos votantes admitindo possível mudança, a última semana de campanha — com debates, carreatas e o guia eleitoral — será decisiva. A Tribuna RN seguirá acompanhando cada nova rodada de pesquisas e os desdobramentos da corrida ao Governo do Estado.

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Fonte da Informação Veículo de origem: G1 RN (via RSS)
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