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PM da reserva é assassinado em oficina em Parnamirim e DHPP apura crime

Militar reformado de 60 anos foi baleado dentro de oficina no Parque das Árvores, em Parnamirim. Socorro chegou a ser acionado, mas ele não resistiu. Polícia Civil investiga autoria e motivação.

Redação Tribuna RN

Por Tribuna RN

Publicado em 06 de outubro de 2026 às 13:40 • 3 min de leitura • Cobertura Regional • Fonte: RSS (Agora RN)

Viatura da Polícia Militar em ocorrência na Grande Natal
Registro fotográfico da matéria • Fonte: RSS / Agora RN

PARNAMIRIM/RN — Um policial militar reformado, de 60 anos, perdeu a vida depois de ser atingido por diversos disparos dentro de um ponto de reparos no bairro Parque das Árvores. O município de Parnamirim, na região metropolitana, concentra as primeiras diligências do caso. O ataque aconteceu enquanto ele exercia uma atividade profissional no local. Duas pessoas que estavam no estabelecimento no momento escaparam sem ferimentos, e os responsáveis pelos tiros deixaram a área em seguida, conforme relato da corporação.

A vítima foi identificada como José Jair Subzeira da Silva, terceiro-sargento reformado da corporação, que chegou a receber atendimento de emergência, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos. O caso mobilizou equipes do policiamento ostensivo e passou a ser conduzido pela unidade especializada em homicídios que atende o município.

O que se sabe até agora

De acordo com informações repassadas por policiais do Terceiro Batalhão, a dinâmica inicial aponta para uma ação rápida e direcionada. Os pontos confirmados até a publicação desta matéria são:

  • Local do ataque: interior de um ponto de reparos no bairro Parque das Árvores — município de Parnamirim;
  • Vítima: policial militar da reserva, de 60 anos, com cerca de três décadas de serviço prestado à corporação;
  • Ferimentos: múltiplos disparos de arma de fogo, que provocaram morte ainda no local apesar do socorro;
  • Outras pessoas: dois trabalhadores acompanhavam a rotina no ponto comercial e saíram ilesos do atentado;
  • Fuga: os autores deixaram o local logo após os disparos, antes da chegada do reforço policial.

Socorristas do Samu foram deslocados ao endereço, mas apenas puderam constatar o óbito. A área passou por isolamento inicial para o trabalho de perícia e levantamento de vestígios.

Investigação e buscas no município

Conforme a Polícia Civil, a DHPP de Parnamirim, delegacia especializada em homicídios, assumiu a apuração para identificar os envolvidos e esclarecer o que motivou o crime. Até a publicação desta matéria, ninguém havia sido detido sob suspeita do ataque, e a motivação permanecia desconhecida para os investigadores.

Ainda de acordo com o apurado pelo noticiário da TV Tropical, repercutido pelo portal de origem, o militar morava na região há mais de vinte anos e era conhecido na comunidade. Familiares ouvidos pela imprensa local afirmaram desconhecer a razão do atentado.

  • Perícia: vestígios balísticos e imagens de câmeras da vizinhança devem orientar as próximas diligências;
  • Diligências: batalhões da PM, incluindo o Choque e o 3º Batalhão, fizeram buscas na região após o crime;
  • Linha apurada: chegou a circular a menção a um desentendimento de ordem pessoal semanas antes, mas não há confirmação oficial de qualquer ligação com o homicídio;
  • Apelo: moradores podem colaborar com denúncias anônimas pelos canais oficiais das polícias do RN.

A orientação das forças de segurança é que qualquer detalhe — movimentação estranha, veículo em alta velocidade ou som de disparos — seja comunicado imediatamente, sem que o denunciante precise se identificar.

O que acontece agora

O caso segue sob apuração da Polícia Civil. O inquérito vai definir autoria, eventual participação de mais pessoas e a circunstância que levou ao ataque dentro do comércio. Novas oitivas de testemunhas e a análise do material pericial devem indicar os próximos passos, incluindo possíveis pedidos de prisão à Justiça. Até a conclusão, os supostos envolvidos são tratados como suspeitos, sem atribuição antecipada de culpa.

Espaço aberto para defesa: Em conformidade com a presunção de inocência até o trânsito em julgado, o espaço abaixo permanece aberto para eventual manifestação dos envolvidos ou de suas respectivas defesas técnicas, conforme determina o Manual Editorial e Jurídico da Tribuna RN.

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Fonte da Informação Veículo de origem: Agora RN (via RSS)
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